Este website utiliza cookies para melhorar a navegação. Ao navegar no website estará a consentir a sua utilização. Para saber mais clique aqui.

SÁBADO por C-Studio

Partilhe nas Redes Sociais

Powered by

Unibanco

20 vinhos para o verão

20 vinhos para o verão

Grandes vinhos para beber quando o calor aperta. De todas as regiões e para todas as bolsas.

Não é fácil afirmar que um vinho é, ou não, de verão. Na realidade, todo e qualquer bom vinho pode ser bebido em qualquer altura do ano. Não deixa de ser verdade que existem vinhos mais frescos do que outros, vinhos que acompanham muito bem pratos que sabem melhor ao ar livre, na frescura de uma sombra.
Não precisam de ser necessariamente brancos ou verdes, mas a realidade diz-nos que nos últimos anos a procura destes não tem parado de aumentar, culpa do aquecimento global, quem sabe, e com ela a qualidade geral destes vinhos, que estão cada vez mais leves, elegantes e refrescantes. Lembre-se de servi-los bem frescos e de fazer um brinde: à nossa!

  • A&D Wines Singular 2016

    No ano passado, nenhum dos vinhos desta empresa familiar recebeu menos de 16 valores entre os principais críticos nacionais, razão pela qual a A&D Wines (do casal Alexandre e Dialina) foi considerado o “Produtor Revelação 2017” pela revista VINHO – Grandes Escolhas. Este Singular, nascido no Baião, zona de transição entre o Douro e a região dos Vinhos Verdes, foi também eleito um dos melhores brancos do ano. Entre os verdes, a A&D oferece ainda uma bela seleção de monocastas (Arinto, Avesso e Chardonnay) nos vinhos Monólogo.

    8,50 euros

  • Quinta das Murças Assobio Rosé 2017

    Marcada pelo calor e secura de 2017, a vindima começou ainda em meados de agosto e nem chegou a setembro, pois já tinha terminado antes do fim do mês. Um Rosé do Douro, com as castas tradicionais da região, como a Tinto Cão, Tinta Roriz e Rufete, neste caso em vinha já com 30 anos, todas muito bem unidas pela Touriga Nacional. Cor clara, mas não muito, onde sobressaem frutos vermelhos e um final persistente.

    7,50 euros

  • Santos da Casa Branco 2017

    Branco de carácter jovem, e idade também. Nasce no Corgo, em pleno Douro, e a cor palha, levemente dourada, rima bem com a região de origem. Trata-se de um blend de Viosinho e Gouveio Real (30% cada), Rabigato e Verdelho (20%) pelo que apresenta alguma intensidade aromática. Boa acidez e final longo e intenso.

    5,50 euros

  • Casa Ferreirinha Dona Antónia Adelaide Ferreira 2015

    É na Quinta do Sairão, a 650 metros de altitude, que nasce um dos melhores brancos do país. Com Arinto (55%) e Viosinho (45%) em perfeita harmonia, a última acaba por ser a principal responsável pela complexidade aromática, ao passo que o Arinto lhe confere a frescura e bem enquadrada acidez. Mesmo após estágio de 12 meses em tonel. Vinho lançado para homenagear Dona Antónia Adelaide Ferreira, tarefa importante, razão pela qual não se descurou nenhum pormenor: a ideia não é produzir em quantidade, mas em qualidade. Não é exatamente um grande branco de verão, mas um excelente vinho em qualquer altura do ano, aveludado e com um final soberbo, persistente e saboroso.

    39 euros

  • Herdade das Servas Colheita Selecionada 2017

    A Herdade das Servas fica em Estremoz e está ligada aos Serrano Mira há 13 gerações, pelo que há muito pouco que esta família não saiba sobre fazer grandes vinhos. Aqui encontramos um blend de quatro castas, Roupeiro (35%), Viognier (30%), Verdelho (25%) e Sauvignon Blanc (10%), e não é de estranhar por isso que apresente alguma complexidade aromática e de boca. Um belo exemplo de branco, bem estruturado e que pode acompanhar desde saladas a carnes brancas.

    7,95 euros

  • Quinta dos Carvalhais Colheita Rosé 2017

    Este ano a Quinta dos Carvalhais, no Dão, estreia-se nos rosés, com um vinho de cor muito clara que mal deixa transparecer a riqueza do néctar: suaves notas de frutos vermelhos, acidez típica da região, frescura, concentração e equilíbrio. A acabar em grande…

    6,50 euros

  • Esporão Private Selection Branco 2016

    2016 foi ano de humidade no Alentejo, o que implica cuidados acrescidos nas vinhas, mas um potencial de qualidade maior. Foi precisamente o que aconteceu com este Esporão Private Selection Branco 2016, um branco muito rico, da casta Semilion, que 160 jurados elegeram como “Melhor Blend Branco do Ano” no Concurso Vinhos de Portugal, promovido pela ViniPortugal.

    19,99 euros

  • Pouca Terra Branco 2015

    O Planalto de Alijo é um Douro à parte. Plano e elevado, torna-se terreno propício para a criação de bons brancos com este Pouca Terra criado em vinhas a 650 metros. Chega ao mercado a colheita de 2015, uma estreia absoluta de dois enólogos Celso Pereira e Jorge Alves que faziam já o Terra a Terra e o Quanta Terra. Equilibrado, é ótima companhia para um sushi.

    7 euros

  • José Maria da Fonseca, BSE 2017

    Produzido desde 1947, o BSE (de Branco Seco Especial) é um dos mais conhecidos vinhos portugueses. E esta colheita de 2017 só vem reforçar a excelente relação qualidade preço, umas das melhores da última década. Da península de Setúbal, com ligeiramente mais Arinto que Antão Vaz, é um vinho cítrico, mas elegante e com boa acidez.

    4 euros

  • Quinta de Cidrô Gewurztraminer 2017

    Um vinho muito surpreendente. A casta, diz-se, é uma das preferidas de quem gosta de vinhos muito frutados, mas plantada aqui no Douro e tão bem trabalhada ganha um novo carácter, mais seco e austero, que consegue equilibrar muito bem toda a exuberância das líchias.

    14 euros

  • Domingos Soares Franco Verdelho 2017

    Um monocasta que venceu a Medalha de Ouro entre os Vinhos da Península de Setúbal. Um vinho pleno de aromas e muita fruta, líchias até, como se fosse um “Gewurzt”. Tem também o selo Colecção Privada da José Maria da Fonseca, o que significa que são os vinhos preferidos do enólogo Domingos Soares Franco.

    9 euros

  • Branco da Gaivosa 2016

    A família Alves de Sousa é uma das mais prestigiadas do Douro e é na sua Quinta da Gaivosa, em vinhas com mais de 20 anos, que produz este grande branco de Malvasia Fina, Gouveio e Arinto. Um vinho gourmet para sentar à mesa e acompanhar pratos de salmão, bacalhau ou polvo. Bom volume na boca, um toque de madeira e mais frescura e mineralidade.

    9,90 euros

  • Quinta de Azevedo 2017

    A Azevedo é a grande novidade do ano nos Vinhos Verdes, uma nova marca com a chancela da Sogrape, a maior empresa do ramo em Portugal e com laços muito fortes na região: os Guedes, donos da Sogrape, são primos dos Guedes, donos da Aveleda. No lançamento dois vinhos, um Quinta de Azevedo Reserva 2017 e o Azevedo, do mesmo ano.

    6,99 euros

  • Quinta de Azevedo Loureiro Alvarinho

    Em ambos Loureiro a 70% e Alvarinho a 30%, sendo o Reserva mais cremoso na boca, capaz de acompanhar desde saladas a pratos mais “especiados”, e o Azevedo mais fresco e fraco de álcool (11%), bom para peixes e saladas ou até sozinho.

    4,99 euros

  • Quinta do Poço do Lobo Rosé

    As Caves de São João na Bairrada são uma das mais tradicionais empresas vínicas do país e nas suas caves repousam ainda milhares de garrafas do vinhos brancos e tintos com mais de quarenta e cinquenta anos, em perfeita evolução. Este não é nem branco nem tinto, mas um rosé, das castas Baga e Pinot Noir, e consegue a suprema qualidade de aliar a frescura de um branco com a capacidade gastronómica de um tinto.

    14 euros

  • Quinta de Chocapalha Sauvignon Blanc 2017

    A região de Lisboa pode dar grandes vinhos, como os que se fazem aqui na Quinta da Chocapalha (ou logo ao lado, na Casa Santos Lima) com enologia de Sandra Tavares da Silva, um dos nomes mais fortes do panorama nacional. Ao mercado chegou 2017, mas se encontrarem mais antigo avancem com confiança pois é vinho com bom potencial. Fresco, cítrico e floral, boa acidez e longo final. É de aproveitar.

    9 euros

  • Covela Avesso 2017

    Ultimamente, os vinhos andam um pouco do Avesso… É uma das castas em ascensão no panorama vínico e parte da culpa recai neste vinho aqui, plantado na bela Covela, sobre o Douro mas ainda dentro da região dos Vinhos Verdes. As últimas edições têm recebido elevadas pontuações. Um vinho muito aromático, como é característico da casta, de acidez moderada, mas com grande capacidade de evolução em garrafa. Textura na boca e excelente aptidão gastronómica.

    7,85 euros

  • Íssimo Blanc de Noir Baga Bairrada DOP Branco Bruto 2013

    Um excelente espumante de Baga, a casta estrela da Bairrada. Bolha fina e persistente, como deve de ser, complexidade na boca, um vinho muito apto para acompanhar pratos de carne e peixe e ainda funciona especialmente bem como aperitivo. Ainda por cima é versátil.

    10 euros

  • Conceito Bastardo 2017

    Last but not least, no Douro, a Conceito criou dois vinhos tinto que acompanham muito bem esta altura do ano. Primeiro chegou o Bastardo, de uma casta “mal-amada” porque dá um tinto de cor leve, quase um rosé escuro, mas com mais sabor de boca. Além disso deve ser bebido mais fresco do que o normal.

    19,90 euros

  • Conceito Legítimo

    Já este ano a enóloga Rita Marques lançou um “meio-irmão”, o Legítimo, em que as uvas – de Tinta Roriz, Touriga Franca e Touriga Nacional – foram colhidas atempadamente, para enfatizar a frescura natural. O resultado é um tinto fresco e muito apetecível.

    18,90 euros

  • Quinta de Cidrô Alvarinho 2017

    2017 foi um ano atípico. Quente e seco (como todos nos lembramos ainda), não daria grandes vinhos, só que as condições na vindima, que foi muito precoce, alterou esta situação com mostos de muita qualidade. Este Alvarinho é um exemplo perfeito e será perfeitamente capaz de atingir uma longevidade ótima dentro de uma dezena de anos. Encorpado e fresco, é um dos melhores Alvarinhos fora da região dos Vinhos Verdes.

    9 euros