{"id":6683,"date":"2024-02-05T09:03:06","date_gmt":"2024-02-05T09:03:06","guid":{"rendered":"https:\/\/conteudos.xl.pt\/altri-news\/?p=6683"},"modified":"2024-03-26T13:04:04","modified_gmt":"2024-03-26T13:04:04","slug":"maquinas-hibridas-na-floresta-sim","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/conteudos.xl.pt\/altri-news\/maquinas-hibridas-na-floresta-sim\/","title":{"rendered":"M\u00e1quinas h\u00edbridas na floresta? Sim!"},"content":{"rendered":"\n<p>R espondendo \u00e0s press\u00f5es ambientais crescentes do mercado global, bem como de v\u00e1rias entidades governamentais e organiza\u00e7\u00f5es mundiais, os fabricantes de maquinaria industrial come\u00e7aram neste s\u00e9culo, e em especial na \u00faltima d\u00e9cada, o seu caminho de mudan\u00e7a para a constru\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de equipamentos que emitam significativamente menos gases nocivos (mon\u00f3xido de carbono, hidrocarbonetos, \u00f3xidos de nitrog\u00e9nio e part\u00edculas finas).<\/p>\n\n\n\n<p>Este objetivo foi j\u00e1 conseguido atrav\u00e9s da constru\u00e7\u00e3o de motores diesel mais desenvolvidos e eficientes (stage IV final e V), equipados com filtros de reten\u00e7\u00e3o de part\u00edculas e acrescidos de conversores catal\u00edticos (AdBlue).<\/p>\n\n\n<figure class=\"uk-inline\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.xl.pt\/conteudos\/uploads\/sites\/12\/2024\/02\/TEXTO-1-Maquinas-FOTO-3-DETALHE-1-1920x1200.jpg\" alt=\"M\u00e1quina no terreno a operar.\"><figcaption class=\"uk-overlay uk-overlay-primary uk-position-bottom uk-padding-small\">M\u00e1quina no terreno a operar.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Todavia, o caminho teve (e ter\u00e1) de \u201cir mais longe\u201d, e, por essa raz\u00e3o, atualmente come\u00e7a a ser habitual observar equipamentos industriais el\u00e9tricos, com emiss\u00e3o zero, a trabalhar em ambiente fabril, ou em parques log\u00edsticos e de armazenagem. Entre estes equipamentos encontram-se m\u00e1quinas de movimenta\u00e7\u00e3o (gruas, empilhadores) e tamb\u00e9m escavadoras, usualmente chamadas de girat\u00f3rias. Muitos destes equipamentos est\u00e3o, no entanto, ligados por cabo e de forma permanente, \u00e0 fonte de energia. Tamb\u00e9m a Altri, nos seus parques fabris e armaz\u00e9ns, j\u00e1 possui equipamentos el\u00e9tricos a trabalhar em cont\u00ednuo.<\/p>\n\n\n<figure class=\"uk-inline\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.xl.pt\/conteudos\/uploads\/sites\/12\/2024\/02\/TEXTO-1-Maquinas-Foto-4-Detalhe-1920x1200.jpg\" alt=\"M\u00e1quina no terreno a operar.\"><figcaption class=\"uk-overlay uk-overlay-primary uk-position-bottom uk-padding-small\">M\u00e1quina no terreno a operar.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Contudo, o espa\u00e7o florestal tem maiores limita\u00e7\u00f5es, e a mais f\u00e1cil de identificar \u00e9 a (in)acessibilidade \u00e0 fonte de energia (eletricidade), o que inviabiliza o uso de equipamentos el\u00e9tricos de liga\u00e7\u00e3o permanente, ou de baixa autonomia, como os atualmente comercializados.<\/p>\n\n\n<figure class=\"uk-inline\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.xl.pt\/conteudos\/uploads\/sites\/12\/2024\/02\/TEXTO-1-Mauqinas-Foto-3-DETALHE-2-1920x1200.jpg\" alt=\"M\u00e1quina no terreno a operar.\"><figcaption class=\"uk-overlay uk-overlay-primary uk-position-bottom uk-padding-small\">M\u00e1quina no terreno a operar.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Daqui resultou que, em 2022, tom\u00e1ssemos a decis\u00e3o de procurar no mercado os equipamentos que melhor cumprissem um dos objetivos que a Altri definiu para a sua floresta \u2013 menor emiss\u00e3o dos gases nocivos resultantes da sua atividade.<\/p>\n\n\n\n<p>Naturalmente, os equipamentos a considerar n\u00e3o poderiam ser sobre\/subdimensionados, menos produtivos, nem menos resistentes do que as respetivas alternativas com motor a combust\u00e3o. Foi com base no cumprimento destas premissas que surgiu a op\u00e7\u00e3o dos equipamentos h\u00edbridos providos com tecnologia hidr\u00e1ulica, acoplada e em complementaridade ao motor diesel.<\/p>\n\n\n\n<p>A ideia de base que suporta a maioria deste tipo de equipamentos \u00e9 que seja o sistema hidr\u00e1ulico a disponibilizar o boost de for\u00e7a necess\u00e1rio \u00e0 execu\u00e7\u00e3o de determinada tarefa, mantendo assim o motor diesel em regime constante. Como consequ\u00eancia, podem ser usados motores mais pequenos, a pot\u00eancia e o torque s\u00e3o otimizados e melhorados, mantendo-se inalterados os seus regimes de trabalho\/rota\u00e7\u00f5es. \u00c9 pela soma destas caracter\u00edsticas que se assiste \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o dos consumos e respetivas emiss\u00f5es.<\/p>\n\n\n<figure class=\"uk-inline\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.xl.pt\/conteudos\/uploads\/sites\/12\/2024\/02\/TEXTO-1-Maquina-Hibridas-FOTO-2-Pedro-Silva-1920x1200.jpg\" alt=\"Pedro Silva, Gestor de Aprovisionamentos e Desenvolvimento Florestal na Altri Florestal\"><figcaption class=\"uk-overlay uk-overlay-primary uk-position-bottom uk-padding-small\">Pedro Silva, Gestor de Aprovisionamentos e Desenvolvimento Florestal na Altri Florestal<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s a an\u00e1lise e a sele\u00e7\u00e3o deste tipo de maquinaria, e com vista \u00e0 sua aquisi\u00e7\u00e3o, optou-se por estabelecer parcerias com os fornecedores de servi\u00e7os que se disponibilizassem para realizar este investimento, garantindo-lhes em troca quantidades de trabalho anuais, durante quatro anos, facilitando assim o seu retorno.<\/p>\n\n\n\n<p>Os primeiros equipamentos come\u00e7aram a estar ao nosso servi\u00e7o ainda em 2022, mas a maioria deles s\u00f3 esteve dispon\u00edvel em 2023 dadas as dificuldades e os tempos de espera elevados para a entrega das m\u00e1quinas e montagem dos seus packs de seguran\u00e7a obrigat\u00f3rios para o trabalho florestal.<\/p>\n\n\n\n<p>Conseguiram-se, nesta primeira fase, estabelecer parcerias com sete fornecedores de servi\u00e7os, totalizando nove m\u00e1quinas: cinco para a atividade de explora\u00e7\u00e3o e quatro para a de prepara\u00e7\u00e3o de terrenos.<\/p>\n\n\n<figure class=\"uk-inline\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.xl.pt\/conteudos\/uploads\/sites\/12\/2024\/02\/Texto-1-Maquinas-foto-5-1920x1200.jpg\" alt=\"A Volvo EC250E reduz em 15% as emiss\u00f5es de CO2\"><figcaption class=\"uk-overlay uk-overlay-primary uk-position-bottom uk-padding-small\">A Volvo EC250E reduz em 15% as emiss\u00f5es de CO2<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Um aspeto fundamental da introdu\u00e7\u00e3o destas m\u00e1quinas \u00e9 a obten\u00e7\u00e3o dos dados relativos \u00e0s suas produ\u00e7\u00f5es, produtividades, aos seus consumos e emiss\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma vez que s\u00f3 em meados do presente ano conseguimos ter um n\u00famero de m\u00e1quinas estatisticamente relevante a operar nas propriedades da Altri, esta tarefa est\u00e1 atualmente numa fase inicial, mas em curso. Contudo, os primeiros dados obtidos, de forma casu\u00edstica, dos computadores das m\u00e1quinas, traduzem uma redu\u00e7\u00e3o dos consumos (mais importante na atividade de prepara\u00e7\u00e3o de terrenos). Naturalmente, esta compara\u00e7\u00e3o tem de ser feita com os equipamentos de caracter\u00edsticas similares, mas equipados com motores convencionais, de combust\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Para 2024, temos como objetivo a implementa\u00e7\u00e3o de um sistema autom\u00e1tico de envio e obten\u00e7\u00e3o de todos os dados suprarreferidos, por telemetria.<\/p>\n\n\n\n<p>Por \u00faltimo, gostaria de referir que a Altri Florestal est\u00e1 atenta aos desenvolvimentos de um mercado que est\u00e1 em forte transforma\u00e7\u00e3o e por isso t\u00eam sido mantidos contactos diretos com os principais construtores de m\u00e1quinas representados em Portugal (Volvo, Ponsse, John Deere, Caterpillar, Komatsu, Hitachi), com vista \u00e0 obten\u00e7\u00e3o da melhor, mais atempada e rigorosa informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel para o mercado consumidor. Destes contactos t\u00eam sa\u00eddo \u201cnovidades\u201d que nos dizem que no final de 2024 estar\u00e3o para comercializa\u00e7\u00e3o as primeiras m\u00e1quinas florestais 100% el\u00e9tricas sem necessidade de conex\u00e3o permanente, e com autonomia aumentada, bem como em 2026 as primeiras m\u00e1quinas florestais alimentadas a hidrog\u00e9nio.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A primeira ceifeira h\u00edbrida em Portugal est\u00e1 ao servi\u00e7o da Altri<\/h2>\n\n\n\n<p>Foi na zona da Abrigada, em Alenquer, que a primeira ceifeira h\u00edbrida em Portugal, neste caso da finlandesa Logset, esteve a operar para a Altri Florestal, atrav\u00e9s do fornecedor de servi\u00e7o Manuel Moreira da Rocha &amp; Irm\u00e3o. Trata-se de uma m\u00e1quina avaliada em cerca de 500 mil euros que esteve a operar numa obra de aproximadamente 100 hectares da Altri Florestal. Por ser a primeira em Portugal, \u201co fabricante finland\u00eas teve de parametrizar alguns dos sensores desta m\u00e1quina para operar melhor com as caracter\u00edsticas do terreno em Portugal\u201d, explica Jos\u00e9 Rocha, gerente da Manuel Moreira da Rocha &amp; Irm\u00e3o, acrescentando que o objetivo da utiliza\u00e7\u00e3o desta ceifeira h\u00edbrida \u00e9 \u201creduzir as emiss\u00f5es de CO2\u201c, um requisito que a Altri Florestal est\u00e1 a impor aos seus parceiros e fornecedores.<\/p>\n\n\n<figure class=\"uk-inline\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.xl.pt\/conteudos\/uploads\/sites\/12\/2024\/02\/Texto-2-Foto-2-Jose-Rocha-1920x1200.jpg\" alt=\"Jos\u00e9 Rocha, gerente da empresa Manuel Moreira da Rocha &amp; Irm\u00e3o\"><figcaption class=\"uk-overlay uk-overlay-primary uk-position-bottom uk-padding-small\">Jos\u00e9 Rocha, gerente da empresa Manuel Moreira da Rocha &amp; Irm\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Uma dezena de quil\u00f3metros mais \u00e0 frente, outro operador florestal, a +VLO \u2013 Lavouras do Oeste, estava a operar com uma m\u00e1quina h\u00edbrida Volvo EC250E, uma escavadora de lagartas de 26 toneladas que reduz em 15% as emiss\u00f5es de CO2. Um equipamento que ronda os 175 mil euros, mas que de acordo com Nuno Almeida, gerente da +VLO, \u201cgarante ao operador conforto e ergonomia, ao mesmo tempo que proporciona uma redu\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 3 litros de combust\u00edvel por hora, quando comparada com outras m\u00e1quinas equipar\u00e1veis em dimens\u00e3o.\u201d<\/p>\n\n\n<figure class=\"uk-inline\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.xl.pt\/conteudos\/uploads\/sites\/12\/2024\/02\/Texto-2-Nuno-Almeida-1920x1200.jpg\" alt=\"Nuno Almeida, gerente da +VLO \u2013 Lavouras do Oeste\"><figcaption class=\"uk-overlay uk-overlay-primary uk-position-bottom uk-padding-small\">Nuno Almeida, gerente da +VLO \u2013 Lavouras do Oeste<\/figcaption><\/figure>\n\n\n<div class=\"uk-card section-eco uk-card-body uk-margin-medium-top\"><h2>Os cami\u00f5es florestais do futuro ser\u00e3o a hidrog\u00e9nio ou el\u00e9tricos?<\/h2><p><br \/>\nPedro Silva, Gestor de Aprovisionamentos e Desenvolvimento Florestal na Altri Florestal, explica que a opera\u00e7\u00e3o de transporte de todos os materiais lenhosos que o Grupo Altri necessita para consumo (madeira, estilha, biomassa) \u00e9 uma atividade que promove centenas de fretes di\u00e1rios de e para as nossas f\u00e1bricas. Atualmente, pode afirmar-se que o mercado construtor destas viaturas j\u00e1 possui modelos em testes e em fabrico (particularmente el\u00e9tricos), mas no que respeita \u00e0 tipologia mais adaptada aos \u201cnossos\u201d transportes \u2013 de cinco ou mais eixos \u2013, ainda se encontra numa fase muito precoce de comercializa\u00e7\u00e3o e desenvolvimento. Isto \u00e9 especialmente verdade quando se trata de transporte de mat\u00e9rias pesadas como \u00e9 o caso do material lenhoso em Portugal (at\u00e9 60 ton). O peso afeta fortemente a autonomia do transporte nas atuais viaturas el\u00e9tricas (muito menor dist\u00e2ncia percorrida). J\u00e1 no que respeita ao hidrog\u00e9nio, o facto de a sua rede de abastecimento ser quase inexistente na Europa (e no mundo) tem atrasado o desenvolvimento deste tipo de viaturas que poder\u00e3o estar mais adaptadas ao transporte para maiores dist\u00e2ncias e com mais carga. Pela import\u00e2ncia que tem na diminui\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es provenientes da nossa atividade, e em paralelo com o trabalho desenvolvido para as m\u00e1quinas florestais, pretende a Altri modernizar a frota ao seu servi\u00e7o, bem como introduzir no m\u00e9dio prazo algumas viaturas alimentadas por fontes de energia alternativas e menos poluentes.<\/p><\/div>\n\n\n<figure class=\"uk-inline\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.xl.pt\/conteudos\/uploads\/sites\/12\/2024\/02\/TEXTO-3-Maquinas-1920x1200.jpg\" alt=\"Gruas descarregam cami\u00f5es com mat\u00e9ria-prima depois desta ter sido pesada.\"><figcaption class=\"uk-overlay uk-overlay-primary uk-position-bottom uk-padding-small\">Gruas descarregam cami\u00f5es com mat\u00e9ria-prima depois desta ter sido pesada.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estes equipamentos s\u00e3o o in\u00edcio da redu\u00e7\u00e3o da pegada ambiental em trabalhos florestais.<\/p>\n","protected":false},"author":32,"featured_media":6713,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_pt_post_content":"<!-- wp:paragraph -->\n<p>R espondendo \u00e0s press\u00f5es ambientais crescentes do mercado global, bem como de v\u00e1rias entidades governamentais e organiza\u00e7\u00f5es mundiais, os fabricantes de maquinaria industrial come\u00e7aram neste s\u00e9culo, e em especial na \u00faltima d\u00e9cada, o seu caminho de mudan\u00e7a para a constru\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de equipamentos que emitam significativamente menos gases nocivos (mon\u00f3xido de carbono, hidrocarbonetos, \u00f3xidos de nitrog\u00e9nio e part\u00edculas finas).<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Este objetivo foi j\u00e1 conseguido atrav\u00e9s da constru\u00e7\u00e3o de motores diesel mais desenvolvidos e eficientes (stage IV final e V), equipados com filtros de reten\u00e7\u00e3o de part\u00edculas e acrescidos de conversores catal\u00edticos (AdBlue).<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:shortcode -->\n[image format=\"img-header-large\" id=\"6707\"]\n<!-- \/wp:shortcode -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Todavia, o caminho teve (e ter\u00e1) de \u201cir mais longe\u201d, e, por essa raz\u00e3o, atualmente come\u00e7a a ser habitual observar equipamentos industriais el\u00e9tricos, com emiss\u00e3o zero, a trabalhar em ambiente fabril, ou em parques log\u00edsticos e de armazenagem. Entre estes equipamentos encontram-se m\u00e1quinas de movimenta\u00e7\u00e3o (gruas, empilhadores) e tamb\u00e9m escavadoras, usualmente chamadas de girat\u00f3rias. Muitos destes equipamentos est\u00e3o, no entanto, ligados por cabo e de forma permanente, \u00e0 fonte de energia. Tamb\u00e9m a Altri, nos seus parques fabris e armaz\u00e9ns, j\u00e1 possui equipamentos el\u00e9tricos a trabalhar em cont\u00ednuo.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:shortcode -->\n[image format=\"img-header-large\" id=\"6704\"]\n<!-- \/wp:shortcode -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Contudo, o espa\u00e7o florestal tem maiores limita\u00e7\u00f5es, e a mais f\u00e1cil de identificar \u00e9 a (in)acessibilidade \u00e0 fonte de energia (eletricidade), o que inviabiliza o uso de equipamentos el\u00e9tricos de liga\u00e7\u00e3o permanente, ou de baixa autonomia, como os atualmente comercializados.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:shortcode -->\n[image format=\"img-header-large\" id=\"6698\"]\n<!-- \/wp:shortcode -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Daqui resultou que, em 2022, tom\u00e1ssemos a decis\u00e3o de procurar no mercado os equipamentos que melhor cumprissem um dos objetivos que a Altri definiu para a sua floresta \u2013 menor emiss\u00e3o dos gases nocivos resultantes da sua atividade.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Naturalmente, os equipamentos a considerar n\u00e3o poderiam ser sobre\/subdimensionados, menos produtivos, nem menos resistentes do que as respetivas alternativas com motor a combust\u00e3o. Foi com base no cumprimento destas premissas que surgiu a op\u00e7\u00e3o dos equipamentos h\u00edbridos providos com tecnologia hidr\u00e1ulica, acoplada e em complementaridade ao motor diesel.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>A ideia de base que suporta a maioria deste tipo de equipamentos \u00e9 que seja o sistema hidr\u00e1ulico a disponibilizar o boost de for\u00e7a necess\u00e1rio \u00e0 execu\u00e7\u00e3o de determinada tarefa, mantendo assim o motor diesel em regime constante. Como consequ\u00eancia, podem ser usados motores mais pequenos, a pot\u00eancia e o torque s\u00e3o otimizados e melhorados, mantendo-se inalterados os seus regimes de trabalho\/rota\u00e7\u00f5es. \u00c9 pela soma destas caracter\u00edsticas que se assiste \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o dos consumos e respetivas emiss\u00f5es.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:shortcode -->\n[image format=\"img-header-large\" id=\"6716\"]\n<!-- \/wp:shortcode -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Ap\u00f3s a an\u00e1lise e a sele\u00e7\u00e3o deste tipo de maquinaria, e com vista \u00e0 sua aquisi\u00e7\u00e3o, optou-se por estabelecer parcerias com os fornecedores de servi\u00e7os que se disponibilizassem para realizar este investimento, garantindo-lhes em troca quantidades de trabalho anuais, durante quatro anos, facilitando assim o seu retorno.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Os primeiros equipamentos come\u00e7aram a estar ao nosso servi\u00e7o ainda em 2022, mas a maioria deles s\u00f3 esteve dispon\u00edvel em 2023 dadas as dificuldades e os tempos de espera elevados para a entrega das m\u00e1quinas e montagem dos seus packs de seguran\u00e7a obrigat\u00f3rios para o trabalho florestal.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Conseguiram-se, nesta primeira fase, estabelecer parcerias com sete fornecedores de servi\u00e7os, totalizando nove m\u00e1quinas: cinco para a atividade de explora\u00e7\u00e3o e quatro para a de prepara\u00e7\u00e3o de terrenos.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:shortcode -->\n[image format=\"img-header-large\" id=\"6701\"]\n<!-- \/wp:shortcode -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Um aspeto fundamental da introdu\u00e7\u00e3o destas m\u00e1quinas \u00e9 a obten\u00e7\u00e3o dos dados relativos \u00e0s suas produ\u00e7\u00f5es, produtividades, aos seus consumos e emiss\u00f5es.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Uma vez que s\u00f3 em meados do presente ano conseguimos ter um n\u00famero de m\u00e1quinas estatisticamente relevante a operar nas propriedades da Altri, esta tarefa est\u00e1 atualmente numa fase inicial, mas em curso. Contudo, os primeiros dados obtidos, de forma casu\u00edstica, dos computadores das m\u00e1quinas, traduzem uma redu\u00e7\u00e3o dos consumos (mais importante na atividade de prepara\u00e7\u00e3o de terrenos). Naturalmente, esta compara\u00e7\u00e3o tem de ser feita com os equipamentos de caracter\u00edsticas similares, mas equipados com motores convencionais, de combust\u00e3o.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Para 2024, temos como objetivo a implementa\u00e7\u00e3o de um sistema autom\u00e1tico de envio e obten\u00e7\u00e3o de todos os dados suprarreferidos, por telemetria.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Por \u00faltimo, gostaria de referir que a Altri Florestal est\u00e1 atenta aos desenvolvimentos de um mercado que est\u00e1 em forte transforma\u00e7\u00e3o e por isso t\u00eam sido mantidos contactos diretos com os principais construtores de m\u00e1quinas representados em Portugal (Volvo, Ponsse, John Deere, Caterpillar, Komatsu, Hitachi), com vista \u00e0 obten\u00e7\u00e3o da melhor, mais atempada e rigorosa informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel para o mercado consumidor. Destes contactos t\u00eam sa\u00eddo \u201cnovidades\u201d que nos dizem que no final de 2024 estar\u00e3o para comercializa\u00e7\u00e3o as primeiras m\u00e1quinas florestais 100% el\u00e9tricas sem necessidade de conex\u00e3o permanente, e com autonomia aumentada, bem como em 2026 as primeiras m\u00e1quinas florestais alimentadas a hidrog\u00e9nio.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:separator -->\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n<!-- \/wp:separator -->\n\n<!-- wp:heading -->\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A primeira ceifeira h\u00edbrida em Portugal est\u00e1 ao servi\u00e7o da Altri<\/h2>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Foi na zona da Abrigada, em Alenquer, que a primeira ceifeira h\u00edbrida em Portugal, neste caso da finlandesa Logset, esteve a operar para a Altri Florestal, atrav\u00e9s do fornecedor de servi\u00e7o Manuel Moreira da Rocha &amp; Irm\u00e3o. Trata-se de uma m\u00e1quina avaliada em cerca de 500 mil euros que esteve a operar numa obra de aproximadamente 100 hectares da Altri Florestal. Por ser a primeira em Portugal, \u201co fabricante finland\u00eas teve de parametrizar alguns dos sensores desta m\u00e1quina para operar melhor com as caracter\u00edsticas do terreno em Portugal\u201d, explica Jos\u00e9 Rocha, gerente da Manuel Moreira da Rocha &amp; Irm\u00e3o, acrescentando que o objetivo da utiliza\u00e7\u00e3o desta ceifeira h\u00edbrida \u00e9 \u201creduzir as emiss\u00f5es de CO2\u201c, um requisito que a Altri Florestal est\u00e1 a impor aos seus parceiros e fornecedores.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:shortcode -->\n[image format=\"img-header-large\" id=\"6692\"]\n<!-- \/wp:shortcode -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Uma dezena de quil\u00f3metros mais \u00e0 frente, outro operador florestal, a +VLO \u2013 Lavouras do Oeste, estava a operar com uma m\u00e1quina h\u00edbrida Volvo EC250E, uma escavadora de lagartas de 26 toneladas que reduz em 15% as emiss\u00f5es de CO2. Um equipamento que ronda os 175 mil euros, mas que de acordo com Nuno Almeida, gerente da +VLO, \u201cgarante ao operador conforto e ergonomia, ao mesmo tempo que proporciona uma redu\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 3 litros de combust\u00edvel por hora, quando comparada com outras m\u00e1quinas equipar\u00e1veis em dimens\u00e3o.\u201d<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:shortcode -->\n[image format=\"img-header-large\" id=\"6689\"]\n<!-- \/wp:shortcode -->\n\n<!-- wp:shortcode -->\n[card type=\"normal\" title=\"Os cami\u00f5es florestais do futuro ser\u00e3o a hidrog\u00e9nio ou el\u00e9tricos?\"]\nPedro Silva, Gestor de Aprovisionamentos e Desenvolvimento Florestal na Altri Florestal, explica que a opera\u00e7\u00e3o de transporte de todos os materiais lenhosos que o Grupo Altri necessita para consumo (madeira, estilha, biomassa) \u00e9 uma atividade que promove centenas de fretes di\u00e1rios de e para as nossas f\u00e1bricas. Atualmente, pode afirmar-se que o mercado construtor destas viaturas j\u00e1 possui modelos em testes e em fabrico (particularmente el\u00e9tricos), mas no que respeita \u00e0 tipologia mais adaptada aos \u201cnossos\u201d transportes \u2013 de cinco ou mais eixos \u2013, ainda se encontra numa fase muito precoce de comercializa\u00e7\u00e3o e desenvolvimento. Isto \u00e9 especialmente verdade quando se trata de transporte de mat\u00e9rias pesadas como \u00e9 o caso do material lenhoso em Portugal (at\u00e9 60 ton). O peso afeta fortemente a autonomia do transporte nas atuais viaturas el\u00e9tricas (muito menor dist\u00e2ncia percorrida). J\u00e1 no que respeita ao hidrog\u00e9nio, o facto de a sua rede de abastecimento ser quase inexistente na Europa (e no mundo) tem atrasado o desenvolvimento deste tipo de viaturas que poder\u00e3o estar mais adaptadas ao transporte para maiores dist\u00e2ncias e com mais carga. Pela import\u00e2ncia que tem na diminui\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es provenientes da nossa atividade, e em paralelo com o trabalho desenvolvido para as m\u00e1quinas florestais, pretende a Altri modernizar a frota ao seu servi\u00e7o, bem como introduzir no m\u00e9dio prazo algumas viaturas alimentadas por fontes de energia alternativas e menos poluentes.[\/card]\n<!-- \/wp:shortcode -->\n\n<!-- wp:shortcode -->\n[image format=\"img-header-large\" id=\"6686\"]\n<!-- \/wp:shortcode -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->","_pt_post_name":"maquinas-hibridas-na-floresta-sim","_pt_post_excerpt":"Estes equipamentos s\u00e3o o in\u00edcio da redu\u00e7\u00e3o da pegada ambiental em trabalhos florestais.","_pt_post_title":"M\u00e1quinas h\u00edbridas na floresta? Sim!","_en_post_content":"<!-- wp:paragraph -->\n<p>In response to the growing environmental pressures of the global market, as well as from many of the world\u2019s governments and organizations, industrial machinery manufacturers have this century and particularly in the last decade begun to move towards building and selling machines that emit significantly fewer harmful gases (carbon monoxide, hydrocarbons, nitrogen oxides and fine &nbsp;articles).<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>This goal has already been met by building more highly developed and efficient (stage IV final and V) diesel engines, equipped with particulate filters and catalytic converters (AdBlue). <\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:shortcode -->\n[image format=\"img-header-large\" id=\"6707\"]\n<!-- \/wp:shortcode -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Nevertheless, we had (and will have) to \u201cgo beyond\u201d, and this is why we are now seeing more and more zero-emission electricity-powered industrial machinery operating at factories and logistics and warehousing facilities. This includes handling machinery (cranes, fork-lift trucks) and also excavators, usually called rotary diggers. Many of these machines are, however, permanently connected by cable to the energy source. Altri\u2019s manufacturing facilities and warehouses also has electrical equipment working around the clock. However, forest sites have more restrictions, of which the most easily identified is the lack of access to a power (electricity) source.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:shortcode -->\n[image format=\"img-header-large\" id=\"6704\"]\n<!-- \/wp:shortcode -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>This renders it unfeasible to use electrical machinery with low autonomy or which needs to be permanently connected, such as those currently available on the market. This led to our decision, in 2022, to scour the market for equipment which would best meet the goals Altri had stipulated&nbsp; for its forests \u2013 lower harmful gas emissions resulting from our operations.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Of course, the equipment to be considered could not be over or under-sized, less productive or less resistant than the corresponding alternatives with combustion engines. Compliance with these requirements led to Altri opting for hybrids with coupled hydraulic technology to complement the diesel engine. The underlying idea which supports the majority of this kind of machinery is that the hydraulic system provides the boost necessary to complete a certain task, thus maintaining the diesel engine in steady state. As a result, smaller engines can be used, and the power and torque are optimised and improved, while their operation and rotations remain unaltered. All of these features combine to reduce consumption and thus emissions.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:shortcode -->\n[image format=\"img-header-large\" id=\"6716\"]\n<!-- \/wp:shortcode -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Having analysed the available selection of this kind of machinery, with a view to making a purchase, it was decided to establish partnerships with service providers who would be prepared to make this kind of investment, in return for a guaranteed amount of work per year, to offset their expenditure. The first pieces of machinery started working for us in 2022, but the majority were only available in 2023 given the difficulties and long waiting times for the delivery of the machines and the assembly of their safety packs which are a compulsory requirement in forestry operations. During this initial stage, Altri managed to establish partnerships with seven service providers, making a total of nine machines: five for logging and four for land preparation.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:shortcode -->\n[image format=\"img-header-large\" id=\"6701\"]\n<!-- \/wp:shortcode -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>One fundamental aspect of introducing this machinery is being able to obtain data pertaining to production, productivity, consumption and emissions. Since only from the middle of this year will we be able to have a statistically relevant umber of machines operating on Altri properties, this task is currently still at the beginning but it is underway. Nevertheless, the case-by-case data obtained from the machine computers shows a decrease in consumption (more important in land preparation work). This data will of course have to be made with machines that have similar characteristics, but which are powered by conventional combustion engines.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Our goal for 2024 is to implement an automatic system that sends and receives all the above data by telemetry. Finally, I would like to say that Altri Florestal is keeping abreast of all the developments of a market which is going through great change, and we have therefore cultivated direct contacts<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>with the main machinery manufacturers represented in Portugal (Volvo, Ponsse, John Deere, Caterpillar, Komatsu, Hitachi), in order to gather the most up-to-date and accurate information available to the consumer market.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>From these contacts we have gleaned that the first forestry machines will be for sale by the end of 2024 that will be fully electric without needing to be permanently connected to a power source and with increased autonomy. 2026 will see the first forest machines that are hydrogen-powered.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading -->\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>The first hybrid harvester in Portugal is working for Altri <\/strong><\/h2>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Portugal\u2019s first hybrid harvester - the Logset from Finland \u2013 set to work in the area of Abrigada, in Alenquer, operating for Altri Florestal, via service provider Manuel Moreira da Rocha &amp; Irm\u00e3o. The machine, costing around 500 thousand euros, was operating at an Altri Florestal site of approximately 100 hectares. Being the first one in Portugal, \u201cthe Finnish manufacturer had to reset some of the parameters on the sensors so that it would better handle the characteristics of the terrain in Portugal\u201d, explains Jos\u00e9 Rocha, the manager of Manuel Moreira da Rocha &amp; Irm\u00e3o, adding that the reason for using this hybrid harvester is \u201cto reduce CO2 emissions\u201d, a requirement which Altri Florestal is imposing on its partners and suppliers. <\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:shortcode -->\n[image format=\"img-header-large\" id=\"6692\"]\n<!-- \/wp:shortcode -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Ten kilometres away, another forest operator, +VLO \u2013 Lavouras do Oeste, was working with a Volvo EC250E hybrid, a 26-tonne crawler excavator which cuts CO2 emissions by 15%. This machine goes for around 175 thousand euros, but according to +VLO\u2019s manager Nuno Almeida, \u201cit\u2019s very comfortable and ergonomic to operate, and uses an average of 3 litres less fuel per hour, in comparison to other machines of an equivalent size.\u201d<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Jos\u00e9 Rocha, manager of the company Manuel Moreira da Rocha &amp; Irm\u00e3o and Nuno Almeida, manager of +VLO \u2013 Lavouras do Oeste<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:shortcode -->\n[image format=\"img-header-large\" id=\"6689\"]\n<!-- \/wp:shortcode -->\n\n<!-- wp:shortcode -->\n[card type=\"normal\" title=\"Will the forestry trucks of the future be powered by hydrogen or electricity?\"]\nPedro Silva, the Procurement and Forest Development Manager at Altri Florestal, explains that transporting all the wood materials (wood, chips, biomass) for consumption across the entire Altri Group is an operation that involves hundreds of freight trips every day, to and from Altri\u2019s factories.\nWhile it\u2019s true that the makers of these vehicles have already come up with models that are in testing and in production (particularly electric vehicles), vehicles of the type that are more suited to our transport needs - with five or more axles \u2013 are still at a very early stage of development and marketability. This is especially true when it comes to transporting heavy loads, as is the case with wood materials in Portugal (up to 60 tonnes). Weight greatly affects transport autonomy in today\u2019s electric vehicles (much less distance covered). Hydrogen-powered vehicles could be more suited to transporting heavier loads over longer distances, but development of this kind of vehicle has been slowed down by the fact that there is practically no hydrogen supply network in Europe (nor worldwide).\nIn addition to the work being done on developing forest machinery, Altri\u2019s vehicle fleet has also been earmarked for an overhaul in an effort to cut emissions. Altri\u2019s medium-term aim is to introduce some vehicles that use alternative less polluting energy sources.[\/card]\n<!-- \/wp:shortcode -->\n\n<!-- wp:shortcode -->\n[image format=\"img-header-large\" id=\"6686\"]\n<!-- \/wp:shortcode -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->","_en_post_name":"","_en_post_excerpt":"This machinery is the start of reducing our environmental footprint in forestry.c","_en_post_title":"Hybrid machines in the forest? 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