Este site usa cookies para melhorar a experiência. Ao navegar no site está a concordar com o seu uso. Saiba mais sobre os Termos de Utilização.

by  Zentiva
Tudo por um bom respirar Tudo por um bom respirar
Proteger

Tudo por um bom respirar

Durante o inverno estamos a contar com uma série de sintomas, que nos chegam habitualmente por volta desta altura do ano, mas depois vem a privamera e tudo se mistura.

Ninguém gosta de estar doente. São espirros atrás de espirros, o corrimento nasal sem parar, a cabeça pesa, a tosse é persistente, os olhos lacrimejam, o cansaço acumula, os músculos estão especialmente doridos… Significa que arrumámos os casacos cedo demais ou o pólen já começa a fazer das suas. Não há um calendário fixo que dita quando podemos ficar doentes e quando estamos a salvo de todos os problemas respiratórios. Há quem seja mais sensível às mudanças de temperatura, há quem sofra especialmente com as alergias sazonais e há quem tenha de cuidar das doenças respiratórias durante todo o ano.

Sintomas que confundem

As doenças e as infeções respiratórias representam a terceira causa de morte em Portugal. Os dados constam no último relatório do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias. Prevê-se que, até 2030, ocupem o primeiro lugar. Os números são impactantes: 800 mil portugueses sofrem de Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) e mais 700 mil têm a asma ativa.

As doenças alérgicas têm vindo a aumentar nos últimos anos em todo o mundo, entre as quais se inclui, além da asma, a rinite alérgica. Em Portugal, mais de 25% da população tem queixas atuais de rinite. Está também entre os países da OCDE que apresentam maior taxa de mortalidade por pneumonia. Segundo a Sociedade Portuguesa de Pneumologia, é a causa de 16 mortes e 80 internamentos diários.

Até mesmo em relação à tuberculose, o cenário não é animador. A incidência continua a diminuir na Europa, mas Portugal mantém-se acima da média da União Europeia (UE): 17,5 casos por cada 100 mil habitantes em 2017, ano a que se refere o último relatório do Centro Europeu para a Prevenção e Controlo das Doenças e da Organização Mundial de Saúde.

Nas neoplasias, o cancro do pulmão é, segundo o Globocan 2018 da Agência Internacional de Observação da Doença Oncológica, o quarto tipo de cancro mais comum em Portugal. Segue-se ao colorretal, mama e próstata. Mas é o primeiro em mortalidade. Há ainda doenças raras, como a fibrose pulmonar idiopática, cujos indicativos coincidem com os de outras doenças mais comuns. Nunca desvalorize sintomas!


Fatores de risco

Tudo por um bom respirarz•Life

Segundo a Organização Mundial de Saúde, o tabagismo e a poluição atmosférica são dois dos principais fatores de risco para as doenças respiratórias. É preciso alertar para os cuidados a ter de forma a prevenir e evitar que as doenças respiratórias agravem, sobretudo nos períodos de maior prevalência de crises, que é como quem diz inverno, primavera e mudanças de estação.

Do mal maior ao mal menor

Pneumonia

Afeta especialmente crianças e idosos. Tosse constante, febre, dificuldade em comer, apatia e aumento da frequência respiratória são os principais sintomas. Pode agravar rapidamente e precisa de ser tratada o mais precoce possível.

Bronquite

Pode ser aguda ou crónica. Quando aguda, se não é cuidada de início pode espalhar para os pulmões. Se crónica, está associada à DPOC. Dificuldade ao respirar, febre e calafrios são os sintomas mais comuns.

Asma

É uma patologia que dificulta o processo de respiração. Tosse, falta de ar e pressão no peito são sintomas a ter em conta e que costumam piorar à noite e pela manhã. Não tem cura, mas pode ser controlada.

Rinite

É uma reação alérgica comum. Pessoas com outras doenças respiratórias correm maior risco. Espirros, congestão nasal, comichão nos olhos e nariz são os sintomas habituais.

Sinusite

Pode ser aguda ou crónica. Divide-se ainda em viral, bacteriana e alérgica. Congestão nasal, dor de cabeça, tosse e mau hálito são os principais sintomas.

Vídeo

Inovação e desenvolvimento

São palavras com muito significado para quem trabalha na Zentiva.

É nos laboratórios dos Medicamentos Genéricos que se desenvolvem novos produtos e onde os obstáculos se tornam em oportunidades. Criar um medicamento genérico é muito mais do que fazer uma cópia de um medicamento que já existe. Equipas multidisciplinares e de todos os cantos do mundo trabalham em conjunto para fazer a diferença na vida de muitas pessoas.